

Segunda circular
É quase pecaminoso
Vestir e despir em voz baixa
Como um corpo que se desloca e cai
Numa expiação despudorada, acordar
Ontem e hoje e todos os dias
Sofrendo garganta abaixo
Impressões vagas de confusão
A cidade correndo frente à minha janela
Corroendo-se em movimentos sujos
De uma segunda circular sem ruídos de paixão
Esquecidas as rectas que devorámos
Como criaturas à solta, electricidade fulgurante
Demónios,
Em balanços viciantes
Desordem pura.
A manhã é a prova do delito
Como uma imensa espiritualidade
Um prova diária de auto flagelação
Esquecimento inflingido do meu prazer
Um ritual carmim, purpura, escarlate
De palavras resgatadas e sexo carnal
Esquecidas as pulsações dos corpos
Largadas as amarras dos gemidos e do silêncio
Já amanheceu e já não existes.
Não mintas.
Fui mais um conhecido amante
Bolor na escuridão
Entregando-se à realidade.
Chove como há muito não acontecia.
Já esperava que não doesse tanto.

2 comentários:
O sexo e a cidade, versão Bayesha! Belo texto, embora duro.
Um beijo
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