sexta-feira, abril 20, 2007


Resina


As velas soltam palavras em combustão,
Fricção de pés brancos no lençol mordido,
Lambendo, gotas de tédio e paixão,
O Outono, adornando e caindo nas mãos,
Os ramos dobrados, em choro, quebrando,
Resina, sumindo de seguida, seguindo
Os pássaros migrando, diluído nos enganos,
O rio e o mar, mistura fina,
Interminável templo de sal raro,
A chuva no horizonte, lama, terra,
Subindo no vento, a poeira,
Pousando no silêncio manso, dos soluços escondidos,
Prisioneiros,
Os zumbidos, borboletas,
Dois gritos, o deleite,
A resina nas curvas da boca.
*
"(...)Vai, porque quem não pede perdão
Não é nunca perdoado."
Vinicius de Moraes in Insensatez

2 comentários:

Anónimo disse...

fantástico post poetisa...
por favor participe em www.luso-poemas.net. é um cantinho de literatura onde todos podem mostrar o seu dom, conversar com artistas com o mesmo gosto, trocar ideias e assim contribuir para que a chama fantastica da nossa cultura se manhtenha em cada um de nós.

de uma visita e se quiser participar, seria uma honra para nos ter tremendo artista no nosso cantinho.
grande abraço. luso poemas

freefun0616 disse...

酒店經紀人,
菲梵酒店經紀,
酒店經紀,
禮服酒店上班,
酒店小姐兼職,
便服酒店經紀,
酒店打工經紀,
制服酒店工作,
專業酒店經紀,
合法酒店經紀,
酒店暑假打工,
酒店寒假打工,
酒店經紀人,
菲梵酒店經紀,
酒店經紀,
禮服酒店上班,
酒店經紀人,
菲梵酒店經紀,
酒店經紀,
禮服酒店上班,
酒店小姐兼職,
便服酒店工作,
酒店打工經紀,
制服酒店經紀,
專業酒店經紀,
合法酒店經紀,
酒店暑假打工,
酒店寒假打工,
酒店經紀人,
菲梵酒店經紀,
酒店經紀,
禮服酒店上班,
酒店小姐兼職,
便服酒店工作,
酒店打工經紀,
制服酒店經紀,
酒店經紀,

,