quinta-feira, fevereiro 28, 2008



Lisboa (longe)

É triste a poesia dos horizontes que definham,
Do céu e das ruas que se perdem no caminho,
Das casas e dos telhados esventrados, sem coração,
Das almas enredadas na cidade escura que se dilui e se estende
Para longe.

Há dias assim,
Em que se acorda em outro lugar,
Luminoso.

6 comentários:

Arq. Luís Marques da silva disse...

Obrigado pelo comentário mas o blog ainda está muito no princípio.
Entendi que tinha chegado a hora de ser mais interventivo socialmente; de fazer despertar os ânimos das pessoas, para problemas urbanos que interagem directamente com o nosso quotidiano.
Relativamente ao "mar.da.PALHA", parabens. É de uma grande qualidade e sensibilidade.

Poesia Portuguesa disse...

Há dias realmente assim...

;))

Poesia Portuguesa disse...

O teu poema já foi postado. Espero não haver qualquer inconveniente...

Um abraço ;)

António disse...

Acabou o período de nojo neste blogue, e ainda bem. Também fiz um post de um poema teu - "Gozo Caprichoso" - no Cálssio (do meu ócio).
Abraço.

Bruxinhachellot disse...

"É triste a poesia dos horizontes que definham,
Do céu e das ruas que se perdem no caminho,"

Dias luminosos são maravilhosamente sublimes.

Beijos de Sol e de Lua.

freefun0616 disse...

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